CotidianoTodasNo prejuízo, Legião Mirim ameaça deixar zona azul

Redação Redação13 de fevereiro de 2020
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O contrato que a Legião Mirim tem com a Prefeitura de Tupã, para manter o projeto Zona Azul, será encerrado neste ano. A diretoria da entidade informou que, se a arrecadação do projeto não apresentar melhoras, será inviável, financeiramente, manter o atendimento na cidade.

A venda das cartelas apresenta constantes quedas, gerando déficits financeiros para o projeto. As despesas, porém, estão sempre aumentando.
O presidente da Legião Mirim, Diego Saia, explicou que a entidade se preocupa com as eventuais demissões que serão realizadas, com o término do projeto. “A Zona Azul é responsável por cerca de 60 empregos diretos. Trabalhamos há algum tempo com déficit. A Zona Azul não vem se mantendo e, mês a mês, temos que suprir essa deficiência”, afirmou.

Saia explicou que muitos fatores externos contribuem para a queda na venda das cartelas de estacionamento rotativo, como a falta de consciência dos lojistas, da população e, principalmente, a falta de fiscalização do poder público. “Os agentes de trânsito pouco contribuem para a fiscalização nesse sentido”, destacou, lembrando, porém, que o efetivo hoje é muito baixo para atender as necessidades.
Segundo dados da entidade, o projeto Zona Azul encerrou o mês de janeiro com déficit de R$ 10 mil, e uma queda de 50% no número de cartelas vendidas. “A venda de cartelas, que era de cerca de 60 mil, passou para 30 mil em janeiro”, afirmou o presidente da entidade. “Se observar, a maioria dos carros está estacionada sem a cartela. É muito importante que a população também tenha essa consciência”, acrescentou.
Saia ressaltou que os lojistas podem não se preocupar com a Zona Azul, mas o projeto pode beneficiar o seu próprio negócio.  A contribuição do estacionamento do cliente é boa para o lojista. O movimento financeiro através desses funcionários da Zona Azul é gerado em Tupã, que também é revertido para os lojistas. Mediante isso pedimos a fiscalização por parte do poder público e que os agentes de trânsito façam o seu trabalho de maneira mais comprometida ”, finalizou.





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