DestaquePolíciaTodasPolícia Militar de Tupã inicia a operação de drones para auxiliar no policiamento.

Redação Redação17 de janeiro de 2020
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Nesta quinta-feira a Polícia Militar de Tupã realizou o primeira operação com o uso de drone. A aeronave foi comanda pelo Sargento Tenório, que esteve em treinamento na capital paulista se capacitando para operar de forma segura o equipamento, e conseguir o melhor resultado durante as operações. 

Concomitante ao voo do drone vários policiais estavam de prontidão, caso fosse flagrado algum tipo de ilícito para atuar. 

O implemento de tecnologias a serviço do cidadão permitirá que a Polícia Militar de Tupã inicie os trabalhos com novo suporte operacional, que é o drone, para atuar em duas principais frentes – estudos viários sobre o fluxo de veículos e pedestres para potencializar ações voltadas para a redução de acidentes em apoio ao poder público municipal e estudos sobre as regiões do município que potencializam ações delituosas para a prevenção de delitos.

A primeira operação teve como foco a apresentação do aparelho para a população e também um exercício de planejamento estratégico e operacional. 

Aconteceram voos na Praça da Bandeira, onde acontecia a feira livre, e há uma grande aglomeração de pessoas, bem como nas imediações da Avenida Tamoios, onde tem um grande fluxo de veículos. 

De acordo com o Tenente Butarelli o drone poderá ser empregado em várias modalidades de policiamento, desde o monitoramento de eventos com aglomeração de pessoas, em ações de planejamento viário, em ações de buscas e também em ações de combate a criminalidade em geral. 

O drone que está sendo utilizado pelos policias de Tupã tem capacidade impressionante, pois pode voar em altitude de até dois mil metros e há nove quilômetros de distância. 

Outro fator importante é a furtividade do drone, que faz pouco ruído, e pode executar tarefas de observação sem ser percebido. 

Drone para civis

Qualquer pessoa pode adquirir e pilotar um drone, porém algumas regras devem ser observadas:

  • Cadastrar cada equipamento no Sistema de Aeronaves não Tripuladas (SISANT) da ANAC disponível em: sistemas.anac.gov.br/sisant.
  • Fixar a identificação (número obtido no processo de cadastramento) do equipamento em local visível na aeronave e com material não inflamável.
  • Portar o comprovante do cadastro junto à ANAC, do seguro e da avaliação de risco e o manual de voo do equipamento.
  • As operações só poderão ser iniciadas se houver autonomia suficiente da aeronave para realizar o voo e para pousar em segurança no local previsto, levando-se em conta as condições meteorológicas conhecidas.
  • Enviar um e-mail para SARPAS(DECEA) com solicitação de autorizaçaõ de voo fora de clubes e áreas adequadas.

E na cidade de Tupã a Polícia Militar tem a função de fiscalizar os drones e seus pilotos. Sendo que quem voar próximo a aeroportos, helipontos e rotas de aproximação das aeronaves pode ser enquadrado no artigo 261 do Código Penal.

Quem voar há menos de 30 metros de pessoas ou sem a autorização das mesmas pode ser enquadrada no artigo 132 do Código Penal. Quem voar sem a documentação exigida pode responder por infração ao artigo 33 da Lei das Contravenções Penais. 

Fotos: Diego Pereira – Mais Tupã!





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