SaúdeTodasAlerta sobre a síndrome mão-pé-boca

Redação Redação17 de maio de 2019
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A Vigilância Epidemiológica, orienta a população sobre a síndrome de origem viral conhecida como mão-pé-boca. Uma doença comum em crianças, principalmente em menores de cinco anos, mas que acomete também os adultos.
Com relação à manifestação da doença, especialmente as crianças podem desenvolver desidratação devido à dificuldade de engolir. Já nos adultos, ela se manifesta por infecção e apresenta poucos sintomas, mas que podem transmitir a doença mesmo assim.
É de extrema necessidade que toda a população tome todos os devidos cuidados para não termos um surto dessa doença de difícil controle. 
Em caso de suspeita ou diagnóstico desta doença a vigilância deve ser informada através do telefone (14) 3404-2200.

 

Doença mão-pé-boca

A doença mão-pé-boca é uma enfermidade contagiosa causada pelo vírus Coxsackie, da família dos enterovírus, que habita normalmente o sistema digestivo e também pode provocar estomatites (espécie de afta que afeta a mucosa da boca). Embora possa acometer também os adultos, ela é mais comum na infância, antes dos cinco anos de idade. O nome da doença se deve ao fato de que as lesões aparecem mais comumente em mãos, pés e boca.

Sintomas
Segundo informações do Ministério da Saúde, são sinais característicos da doença:
* Febre alta nos dias que antecedem o surgimento das lesões;
*  Aparecimento, na boca, amídalas e faringe, de manchas vermelhas com vesículas branco-acinzentadas no centro que podem evoluir para ulcerações muito dolorosas;
* Erupção de pequenas bolhas em geral nas palmas das mãos e nas plantas dos pés, mas que pode ocorrer também nas nádegas e na região genital;
* Mal-estar, falta de apetite, vômitos e diarreia;
* Por causa da dor, surge dificuldade para engolir e muita salivação.

Prevenção
Algumas medidas podem ser tomadas para diminuir o risco de transmissão da doença:
* Lavar as mãos com frequência com água e sabão, especialmente antes de alimentar-se, após manipular fraldas e após usar banheiro;
* Utilizar de etiqueta respiratória (usar lenço ou papel para espirrar ou tossir e lavar as mãos após; desprezar lenços na lixeira. Se for preciso cobrir a tosse ou espirro, usar os braços e não as mãos).
* Limpar e desinfetar superfície e objetos compartilhados;
* Evitar contato próximo com pessoas que apresentem sintomas.
* Afastar-se das atividades diárias enquanto apresentar sintomas;

Tratamento
Ainda não existe vacina contra a doença mão-pé-boca. Em geral, como ocorre com outras infecções por vírus, ela regride espontaneamente depois de alguns dias. Por isso, na maior parte dos casos, tratam-se apenas os sintomas. Medicamentos antivirais ficam reservados para os casos mais graves. O ideal é que o paciente permaneça em repouso, tome bastante líquido e alimente-se bem, apesar da dor de garganta.





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