DestaquePolíciaTodasCriança de dois anos é agredida por ADI em creche municipal de Tupã. Pai da criança flagrou a agressão. Foi registrado boletim de ocorrência.

Redação Redação7 de fevereiro de 2019
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As creches municipais fazem parte de uma rede de serviços públicos de suma importância, é um lugar onde os pais que precisam trabalhar podem deixar seus filhos. Os pais esperam que os filhos sejam tratados de forma cordial, ao menos, mas não foi o que um pai presenciou ontem(06) na Creche Almerinda Ramos de Souza Leão. 

Ao chegar na creche o pai entrou para buscar a criança, pois não havia ninguém na portaria, e ao chegar em um corredor que dá acesso as salas presenciou uma cena dantesca. Uma ADI – Auxiliar de Desenvolvimento Infantil – pegou a criança de dois anos e dois messes pelo braço, erguendo-a do chão e levou a menina pendurada por apenas um braço por cerca de 3 metros e jogando-a no chão, segundo relato do pai da criança, que imediatamente interveio interpelando a mulher. 

A criança neste momento chorava muito e foi amparada pelo pai. O pai revoltado chamou a Policia Militar para o local, a mãe da criança também deixou o local de trabalho e foi para a creche. Na creche a diretora da unidade conversou com os pais, e também o Secretário de Educação Mauro Guerra. 

Os pais revoltados com a atitude da ADI procuraram a Central de Polícia Judiciária para registro do boletim de ocorrência do fato, que foi registrado na manhã desta quinta-feira. O caso foi registrado como agressão. Segundo a mãe da criança ela apresenta um galo na cabeça, e passará por exame de corpo de delito no IML de Tupã nesta tarde. Segundo a mãe a creche afirma que o galo na cabeça da criança é decorrente de um tombo, mas agora paira a duvida. Ainda de acordo com o relato da mãe da criança, até o fato acontecer não se tinha nada que desabonasse a conduta da creche e dos funcionários. 

Em contato com o Secretário de Educação Mauro Guerra, ele disse que já foi aberto um procedimento disciplinar contra a funcionária, e que ela será ouvida, e que pode ser suspensa, transferida ou até exonerada do cargo, após realizado o trâmite do processo disciplinar.

Redação Mais Tupã!





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