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Redação Redação14 de setembro de 2018
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Novo inquérito vai apurar se família sabia que jovem vivia em cárcere privado com os filhos em Marília.

A Delegacia de Defesa da Mulher de Marília (SP) abriu um novo inquérito para investigar uma possível omissão por parte da família da jovem de 18 anos que era mantida em cárcere privado pelo homem com quem vivia junto com os filhos há pelo menos 3 anos. O suspeito, Valdecir Júnior da Silva Bastos, de 25 anos, está preso preventivamente.

Durante as investigações, a delegada responsável pelo caso descobriu que a mãe da vítima tem um relacionamento com o pai do agressor e os dois moram juntos. Para a polícia, a jovem contou que saiu de casa com 10 anos para viver com o agressor, que na época tinha 17 anos.

Ainda conforme a polícia, fato esse que foi confirmado pela mãe em depoimento. No entanto, tanto ela como o pai do agressor que também foi ouvido negam que sabiam da situação de violência e cárcere privado que a jovem vivia.

“Com essa informação e que existe esse relacionamento entre a mãe da vítima e o pai do agressor, nós procuramos investigar há quanto tempo existe esse relacionamento e entender se isso influenciou no crime que aconteceu, se houve, algum tipo de omissão por parte dos adultos envolvidos”, explica a delegada Viviane Sponchiado.

“Estamos aguardando o laudo pericial do local dos fatos e outras testemunhas da época de quando ela tinha 10 anos, que possa nos precisar como foi o início desse relacionamento e se houve alguma omissão”, completa.

A polícia também investiga se o pai da jovem era vivo na época que a menina saiu de casa, e se ele e a mãe moravam juntos ou se já estavam divorciados.

A Delegacia de Defesa da Mulher de Marília (SP) abriu um novo inquérito para investigar uma possível omissão por parte da família da jovem de 18 anos que era mantida em cárcere privado pelo homem com quem vivia junto com os filhos há pelo menos 3 anos. O suspeito, Valdecir Júnior da Silva Bastos, de 25 anos, está preso preventivamente.

Durante as investigações, a delegada responsável pelo caso descobriu que a mãe da vítima tem um relacionamento com o pai do agressor e os dois moram juntos. Para a polícia, a jovem contou que saiu de casa com 10 anos para viver com o agressor, que na época tinha 17 anos.

Ainda conforme a polícia, fato esse que foi confirmado pela mãe em depoimento. No entanto, tanto ela como o pai do agressor que também foi ouvido negam que sabiam da situação de violência e cárcere privado que a jovem vivia.

“Com essa informação e que existe esse relacionamento entre a mãe da vítima e o pai do agressor, nós procuramos investigar há quanto tempo existe esse relacionamento e entender se isso influenciou no crime que aconteceu, se houve, algum tipo de omissão por parte dos adultos envolvidos”, explica a delegada Viviane Sponchiado.

“Estamos aguardando o laudo pericial do local dos fatos e outras testemunhas da época de quando ela tinha 10 anos, que possa nos precisar como foi o início desse relacionamento e se houve alguma omissão”, completa.

A polícia também investiga se o pai da jovem era vivo na época que a menina saiu de casa, e se ele e a mãe moravam juntos ou se já estavam divorciados. 

Fonte: G1.





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